domingo, 14 de janeiro de 2018

DISPONIBILIDADE DOS MEUS LIVROS




Quebrando castanha e cortando seringa.. 1. ed. Seropédica, RJ: Editora da UFRuralRJ, 2003. 136p.  ESGOTADO

Organizações da administração florestal federal no Brasil: e(in)volução 1912-2014. 1. ed. Barra Mansa - RJ: Gráfica e Editora Irmãos Drumond, 2014. 104p. POUCAS UNIDADES

Estórias para entreter florestais e congêneres. 1. ed. Barra Mansa: Gráfica e Editora Drumond, 2014. 116p. POUCAS UNIDADES

Histórias para distrair e estimular florestais e afins. 1. ed. Barra Mansa: Edição do Autor, 2017. 160p. DISPONÍVEL

Histórias para entreter floresteiros e outros interessados. 1. ed. Barra Mansa: Edição do Autor, 2017. 140p. DISPONÍVEL

Brasilzão afora: 56 dias de andanças de 4 universitários dos anos 70 por 21 unidades da federação. 1. ed. Barra Mansa: Edição do Autor, 2017. 400p. 

PARA ADQUIRIR, entrar em contato pelo e-mail:
ciromaxi@uol.com.br 
exceto para o 'Brasilzão afora' 
IMPRESSO SOB DEMANDA, na plataforma www.clubedeautores.com.br

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Novo livro

Acabo de publicar mais um livro, que ficara devendo no evento dos 50 anos da Engenharia Florestal na UFFRJ, quando lancei os outros dois de histórias (apresentados abaixo). Ver a sinopse aqui na quarta capa. Para mais detalhes e como adquirir, acessar:
www.clubedeautores.com.br/book/246377--Brasilzao_afora


quarta-feira, 27 de setembro de 2017

NOVO LANÇAMENTO DE LIVROS



No dia 21 de setembro, lancei, no evento “50 anos de Engenharia Florestal na UFRRJ”, os livros:

• Histórias para distrair e estimular florestais e afins
• Histórias para entreter floresteiros e outros interessados.

Trata-se de uma sequência de outro lançado em 2014, intitulado:
• Estórias para entreter florestais e congêneres
(Ver neste blog: LANÇAMENTO DE LIVROS, postagem de 2014).

Os conteúdos dos livros podem ser visualizados nas capas, orelhas e sumários apresentados a seguir.

Para adquirir qualquer dos títulos, enviar e-mail para:

ciromaxi@uol.com.br


HISTÓRIAS PARA DISTRAIR E ESTIMULAR FLORESTAIS E AFINS (capa)



SUMÁRIO

Capítulo 1: DESCENDENTE 15
1.      ‘Tá pagando, pai? 17
2.      Primeiras descobertas 24
3.      Ingênua perspicácia 30

Capítulo 2: EXÓRDIO 35
4.      Em busca da escolha 37
5.      Um interiorano na capital 43
6.      Uma república na Riachuelo 49

Capítulo 3: UNIVERSIDADE 55
7.      Na Argentina 57
8.      Pelo País 64
9.      Na Transamazônica 72

Capítulo 4: LABORES 77
10.   Árvore 79
11.   Floresta 84
12.   Além da floresta 91

Capítulo 5: PRÁTICAS 97
13.   O sumiço dos talheres 99
14.   Cadê o biscoito doce? 105
15.   Papel higiênico demais 110

Capítulo 6: BRASÍLIA 115
16.   No planalto central 117
17.   De volta ao planalto central 122
18.   Sua filha é muito bonita! 129

Capítulo 7: ENCONTROS 133
19.   Dezembro de 2015 135
20.   Em busca dos cinquenta 141
21.   Quarenta anos! 147

HISTÓRIAS PARA DISTRAIR... (4ª capa)

HISTÓRIAS PARA ENTRETER FLORESTEIROS... (capa)



SUMÁRIO

  
APRESENTAÇÃO 9

Capítulo 1: MESTRADO 13
1.      Mestrado: uma decisão tempestiva 14
2.      Alargando o espaço profissional 20
3.      A tríade acadêmica 26

Capítulo 2: BATISMO DE FOGO 31
4.      Primeiro desafio profissional 32
5.      Em campo 38
6.      Resultados apresentados 43

Capítulo 3: NO BATENTE 49
7.      Normas de manejo na Amazônia 50
8.      Professor, que falta de imaginação! 55
9.      Disciplina na Pós-Graduação 61

Capítulo 4: HOSPEDAGEM 65
10.   Em casas de estudante 66
11.   No hotel da Rural 72
12.   No Setor Hoteleiro Norte 77

Capítulo 5: MISCELÂNEA 83
13.   Um documento rasurado 84
14.   Uma proposta inusitada 88
15.   Uma visita nostálgica 93

Capítulo 6: LIVROS 99
16.   O despertar da leitura 100
17.   Uma coleção de livros de peso 106
18.   Meus livros 110

Capítulo 7: MÃE 115
19.   Em defesa da prole 116
20.   Vizinhos, vizinhos... 123
21.   Começo do fim 129

HISTÓRIAS PARA ENTRETER FLORESTEIROS... (4ª capa)

quinta-feira, 4 de agosto de 2016


O ENSAIO DA FANFARRA EM GLÓRIA!

Em agosto de 2010 fiz uma viagem nostálgica a Cornélio Procópio, cidade do norte pioneiro paranaense, onde vivi parte da infância e minha adolescência. Fui lá matar saudades, rever lugares, reencontrar amigos e destilar reminiscências.

Naquela oportunidade, optei por viajar de ônibus, para apreciar a paisagem mais atentamente. Tomei um ônibus na cidade em que moro no estado do Rio até o terminal rodoviário Tietê de São Paulo. Embarquei num trem do metrô, para tomar outro ônibus para o Norte do Paraná, no terminal Barra Funda. Quando subia as escadas deste terminal, para acessar os guichês de venda de passagens da saudosa Viação Garcia, deparei-me com um enorme cartaz de propaganda da OI - de uns 3m x 5m. O painel estampava um rapaz ligando para alguém de um celular e na parte inferior, em letras gigantes, a seguinte mensagem: QUEM VIAJA TEM ASSUNTO.

Quem viaja tem assunto - e destila lembranças e revive momentos, acrescento.

Seis anos depois daquela inesquecível viagem ao norte paranaense, chego a Nossa Senhora da Glória, no alto sertão do estado de Sergipe, para participar de mais uma etapa de um projeto do qual estou fazendo parte.

Foto: Marcelo Brandão.

Cheguei no início da noite na cidade, deixei a mala no hotel e saí para almoçar/jantar, pois sobrevivera propositadamente o dia apenas com o café da manhã. Num shopping com o mesmo nome do hotel – Avelan –, situado nas suas proximidades, encontrei uma praça de alimentação. Resolvida a necessidade básica da hierarquia de Maslow, resolvi dar um giro pela cidade, a pé, algo que tenho primado em fazer em minhas viagens, nessa nova etapa da vida (já aposentado, mas ainda procurando contribuir profissionalmente País afora).

Na Praça onde se localizam a Câmara dos Vereadores e a Prefeitura, encontrei um grande rebuliço. Equipamentos de diversão – roda gigante, carrinhos elétricos, brinquedos diversos para crianças, barracas várias – estavam sendo descarregados de grandes carretas e alguns já se encontravam em processo de montagem. Informei-me sobre a movimentação e descobri tratar-se de preparativos para a festa da padroeira da cidade.

Ouvi um barulho de fanfarra na rua próxima e fui conferir. Era um ensaio, ao que tudo indica de alunos de um colégio, provavelmente se preparando para desfilar na abertura da festa.

Foto tirada no dia seguinte.

Destilei lembranças e revivi, emocionado, os ensaios dos quais participava, batendo bumbo, na fanfarra do saudoso Colégio Estadual Castro Alves, de Cornélio Procópio. Primorosos ensaios para os memoráveis desfiles de 7 de setembro naquela cidade norte paranaense, cuja fanfarra do Castro Alves era, na minha época, majestática e eficientemente comandada pelo animadíssimo Professor Antonio do Bomfim. Do seu pai, o respeitabilíssimo Prof. Auxêncio Felix do Bomfim, fui também aluno, no Instituto Procopense de Ensino, onde, durante décadas, o mestre baiano preparou centenas de meninos e meninas para enfrentar o Exame de Admissão ao Ginásio.

Acompanhei o ensaio dos adolescentes de N. Sra. Da Glória, até a escadaria do hotel, onde parei, ofegante de emoção... Destilando as lembranças de meio século e revivendo mentalmente aqueles momentos pretéritos, subi para o apartamento em que estava instalado no terceiro andar e redigi este texto. Estou certo de que antes de dormir vou ainda reprisar na mente e no coração aqueles ensaios e desfiles de fanfarra no Castro Alves. E quiçá sonhar com eles...

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Na Paraíba do meu saudoso pai

Desembarquei no final da tarde do dia 1º de junho no aeroporto da capital paraibana, localizado em Santa Rita, município contíguo ao de João Pessoa. A Paraíba, estado de origem dos autores de Menino de Engenho, do Auto da Compadecida, e de Formação econômica do Brasil é também berço de Zé Joaquim, meu saudoso pai. Nasceu no município de Pombal, terra do intelectual de muitas obras, o cosmopolita Celso Furtado, mentor, implementador e primeiro dirigente da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste – Sudene (criada em 1959, extinta em 2001 e recriada em 2007).

Embarquei no carro que estava a minha espera e entabulei de imediato uma conversa com o motorista. Falamos do estado, da cidade, da família, do trabalho e de amenidades. Tivemos alguma dificuldade para localizar o hotel que reservara às pressas, já no avião, no Rio de Janeiro, com apoio do Candeias, rede hoteleira à qual me associei em 1972, ainda nos primórdios. A fachada do hotel, situado na praia de Cabo Branco, estava em reforma, e sem placa. Depois de pedir informação em outros hotéis da orla, finalmente encontramos o Netuanah – nome que memorizei na forma de uma pergunta: Né tu Ana?

Cumprido o procedimento de entrada no hotel e superados pequenos contratempos com luzes e controles, arriei as bagagens no apartamento, atravessei a Avenida Cabo Branco e fui tomar um lanche e apreciar o mar num quiosque em frente. Puxei logo prosa com o rapaz que me atendeu. Proveniente do município de Ingá, era recém-chegado à capital; pertence a uma família de 14 irmãos e o trabalho no quiosque era a sua primeira experiência laboral. Retornei em seguida ao hotel e tratei do dever de casa para a reunião que teria no dia seguinte numa das secretarias do estado. Dormi cedo, para o meu padrão “altas horas” de recolher-me.

Praia de Cabo Verde.

No dia seguinte, um assessor do Secretário que me receberia à tarde apanhou-me no hotel e levou-me para conhecer o centro de convenções que o estado está terminando de construir, o qual sediará, ainda este ano, um mega evento internacional. Fiquei realmente impressionado com as dimensões físicas e os múltiplos espaços do empreendimento. Meu velho, se ainda fosse vivo e tivesse tido a oportunidade de conhecê-lo, certamente mostrar-se-ia incrédulo diante de tão grandiosa obra na sua Paraíba.

Concluída a visita, fomos para a Secretaria, preparar a reunião que teríamos à tarde com o Secretário de Estado, para tratar da realização de um estudo institucional florestal/ambiental. Cumprida a agenda, deixaram-me no hotel. De novo atravessei a rua e fui refestelar-me em uma cadeira do mesmo quiosque da noite anterior. Fiquei lá algum tempo a observar: o mar, a praia, as pessoas caminhando no calçadão e pedalando na ciclovia anexa à avenida que margeia a praia. Crianças, adolescentes, jovens e pessoas da terceira idade desenvolviam suas atividades físicas só, em grupos ou acompanhados de familiares. Observei também o gabarito dos prédios ao longo da avenida, os quais na primeira quadra não ultrapassam quatro andares. Padrão bem mais civilizado urbanisticamente do que o da orla de outras capitais nordestinas: Fortaleza, Salvador e Recife, principalmente.

Mesmo cansado, ainda organizei no computador os arquivos que iria utilizar no dia seguinte, em Campina Grande. Lá, faria no Instituto do Semiárido – INSA, uma apresentação de encerramento de um curso de manejo florestal da caatinga. Como na noite anterior, recolhi-me também relativamente cedo, para encarar descansado a viagem e agenda dia seguinte.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

12º Congresso Florestal Estadual do Rio Grande do Sul

Na segunda semana de maio, estive em Nova Prata, participando do 12º Congresso Florestal Estadual do Rio Grande do Sul. Convidado por Doádi Antônio Brena, fiz a palestra de abertura, abordando o tema “Política florestal no Brasil”.
Foto: Yeda Maria Malheiros de Oliveira.

Mister Brena, como costumo chamá-lo, organiza o evento desde a primeira versão ocorrida em 1968. Somos amigos há décadas. Conhecemo-nos no mestrado, ainda solteiros, e nos reencontramos no doutorado, já casados e com filhos. Foi duplamente profícuo o nosso convívio: acadêmico e familiar. Tivemos ainda o privilégio de concluir nossos doutorados sob a batuta do mesmo orientador – Prof. Sylvio Péllico Netto, o Papa do inventário florestal em nosso País.

Profs. Sylvio e Doádi (1ª fila, D>E)
Foto: Vanice Dal Magro/Assessoria de Imprensa PMNP.


Encontrei, no evento, alguns colegas da minha turma de graduação: Yeda Maria Malheiros de Oliveira, Maurício Ballenssiefer, Henrique Rogério Branco do Amaral. Também velhos amigos e dezenas de conhecidos da universidade em que estudei (UFPR) e de outras tantas. Além do querido e respeitado orientador, Prof. Sylvio Péllico, mostrando uma disposição invejável para o trabalho do alto dos seus 70 e tantos.

Na tarde do dia 12 fui visitar a Feira da Floresta, um dos quatro eventos agregados ao Congresso. Ao deixar o local, perguntei a dois senhores que conversavam na rua fronteiriça como chegar a pé ao hotel em que eu me hospedara. Cordialmente, um deles se ofereceu para levar-me ao local. Aceitei a carona. No percurso a pé até o carro, o mais idoso revelou que eu estava na companhia do vice-prefeito e do prefeito da cidade. Pois o prefeito não só me levou ao hotel como fez também a gentileza de esperar-me. Fora eu me livrar de um incômodo computador que carregava, retornando em seguida para o local do evento.

Prefeito de Nova Prata, Volnei Minozzo
Foto: Vanice Dal Magro/Assessoria de Imprensa PMNP.

Obrigado prefeito Volnei Minozzo, pela cordialidade e acolhida! O Brasil seria muito melhor se a maioria dos prefeitos dos seus 5.565 municípios tivesse a sua simplicidade e hospitalidade.

Obrigado Mr. Brena, pelo convite e pela oportunidade de reencontrar amigos, colegas e conhecidos - e, evidentemente, você, Tânia e Aline!

domingo, 9 de novembro de 2014

Lançamento de livros


No dia 22 de outubro, em evento realizado na UFRRJ, lancei um livro e anunciei que outro sairia em breve. No dia 12 de novembro, lancei ambos os livros no Simpósio Nacional do Inventário Florestal, realizado em Manaus - AM
Estórias para entreter florestais e congêneres
contém estórias vividas por mim e compartilhadas com alunos, colegas de trabalho, profissionais de outras áreas, familiares, parentes, aderentes, conhecidos, desconhecidos... São estórias que compõem parte da minha própria história de vida, dos meus 37 anos de atuação profissional: na engenharia florestal, na administração pública e no ensino universitário.
Anexo a seguir o SUMÁRIO do livro, para os interessados tomarem conhecimento do conteúdo.



Organizações da administração florestal federal no Brasil: e(in)volução 1912-2014,
Contém um resgate histórico destas organizações, desde 1912, quando surgiu a primeira delas. O conteúdo está fundamentado em extensa e exaustiva pesquisa documental relativa aos atos de origem, extinção, regulamentadores e regimentais; e complementada por consultas a outras fontes. Segue o Sumário, para os interessados no tema:


Os livros podem ser adquiridos enviando um e-mail para:
ciromaxi@uol.com.br